CARTA RÉGIA DE TRANCOSO

A PARTIR DE AGORA, VOCÊ FARÁ UMA VIAGEM NO TÚNEL DO TEMPO, E DESCOBRIRÁ ATRAVÉS   DESTA LEITURA, COISAS SURPREENDENTES A RESPEITO DE TRANCOSO. ESTE É APENAS O COMEÇO EM BREVE TERÁ MAIS NOVIDADES, AGUARDEM.

CARTA RÉGIA DE TRANCOSO

                                                            19 de janeiro de 1.759

“Aos dezenove dias do mês de Janeiro de mil setecentos e cinquenta e nove anos, nesta aldeia de São João Capitania de porto Seguro, onde eu, Tabelião adiante nomeado, junto com CAPIÃO-MOR da dita Capitania, Antônio da Costa e Souza e do OUVIDOR da mesma, Manoel da Cruz Freire, na casa de sua aposentadoria, ai mandaram vir parente a si, todas as principais autoridades da dita aldeia e mais o povo dela e os ditos CAPITÃO-MOR E OUVIDOR, a eles lhes foi dito que El rei nosso senhor que Deus guarde DOM JOSÉ PRIMEIRO, foi servido de provisão em cinco de Janeiro deste ano expedido pelos seus conselheiros do seu CONSELHO ULTRAMARINO, determinando a estes que alevantassem esta vila, dando-lhe o nome de VILA REAL DE NOVA TRANCOSO”.

A VILA REAL DE NOVA TRANCOSO foi fundada em 19 de janeiro de 1.759, substituindo a aldeia jesuítica de SÃO JOÃO BATISTA DOS ÍNDIOS, fundada em 1586 (Vianna). Trancoso que foi um MUNICÍPIO REAL por DECRETO DE D. JOSÉ I. Rei de Brasil e Portugal, e tendo sido instalado pelo capitão-mor de Porto Seguro, Antônio da Costa e Souza e pelo Ouvidor da Comarca, Manoel da Cruz Pereira. Trancoso existiu como MINICIPIO REAL (em se tratando de um MUNICIPIO REAL GEMINADO COMO O SEU HOMÔNIMO de Portugal) por 168 anos – MAIS DE UM SÉCULO, QUASE DOIS. Por um desses absurdos ininteligíveis, em 08 de Junho de 1927 (um dia em que deveríamos relembrar com pesar e protestos públicos) o então governador da Bahia, Francisco Marques de Góis Calmon, através da lei 1961/1927, por questões meramente políticas, anexou o MUNICÍPIO DE TRANCOSO ao de Porto Seguro, numa atitude inconstitucional, desde quando uma lei estadual pode eliminar uma lei federal, principalmente quando uma lei federal é um DECRETO REAL, necessitando para isso a instalação de uma comissão parlamentar, criada especialmente para tal.

Esse texto tem como fonte; Jornal porque e seus representantes.

Andrew Souza

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